Capitaneados pelos réus confessos Jayme Netto Júnior e Inaldo Sena, técnicos dos cinco atletas brasileiros que estavam classificados para a disputa do Mundial de Atletismo de Berlim e que, no entanto, foram eliminados do campeonato por causa do resultado positivo do exame antidoping, que indicou a presença de eritropoietina (EPO), substância proibida usada para acelerar o processo de recuperação dos atletas.